terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Desmentindo a Beth-Shalom

Caros leitores, neste artigo apresentamos uma matéria exposta no site de uma comunidade evangélica que se intitula por Beth-Shalom (Casa da Paz). Ironicamente percebemos que sua incitação ao preconceito contra os muçulmanos, pode gerar tudo, menos a paz. Por isso, como a lei presente no Artigo 5º de nossa Constituição Federal nos assegura o direito de resposta, transcrevemos o texto do referido site na íntegra, com os fatos históricos, através dos quais pode-se perceber o contraste do real com o ilusório, criado por tais "religiosos" apenas com o intuito de obterem mais fiéis, ou poderíamos dizer "clientes"?. Bem, veja abaixo e tire suas próprias conclusões, não abdique do uso de seu cérebro para pensar pelo de seu Pastor. Os grifos em itálico, as vezes pessoais, as vezes do livro ou site consultado.


Diferenças Irreconciliáveis Entre o Islamismo e o Cristianismo

No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, eles escreveriam, mais tarde: "Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou [...]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção".
Ainda bem que eles perceberam que não mudaram de religião, pois Jesus é também um Profeta do Islam. Porém só é uma pena terem caído no pecado da idolatria.
O pai os repudiou. "Poderia ter sido pior" – escreveram eles – "De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos". Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.
Sábio Pai...
Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um livro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

Maomé versus Jesus
Ué, é uma guerra? Os Cristãos não são pacifistas?


Aos quarenta anos, Maomé começou a ter convulsões, e afirmava que foi através delas que recebeu a revelação de Deus (Alá), por meio do anjo Gabriel. Porém, ele tinha um "medo mortal" da fonte dessa revelação e achava estar possuído por demônios. Foi sua esposa que o convenceu do contrário.
De onde esses autores do livro ou do site tiraram isso? A História não conta na da a esse respeito. Sobre isso o que a Biografia do Profeta Muhammad diz é como se segue de acordo com o livro “Muhammad o Mensageiro de Deus” de Aminuddin Homamad:
“Num dos dias quando o profeta estava na contemplação profunda na caverna, apareceu-lhe o Anjo (Gabriel) e disse-lhe: “Revita!”. Mohamad respondeu: “Eu não sei recitar”. Então, ele sentiu como se o Anjo o estivesse a estrangular (apertando-o) e depois libertou-o. Então ouviu outra vez a ordem: “Recita!” Mohamad disse: “Eu não sei recitar”. Então Mohamad foi outra vez aperto e liberto, e o Anjo repetiu a Ordem pela terceira vez, e Mohamad perguntou o que é que devia recitar. O Anjo disse:
Recita em nome do Teu Senhor, que criou.
Criou o homem de um coágulo.
Recita e o Teu Senhor é o mais generoso.
Que ensinou com a caneta.
Ensinou ao homem aquilo que não sabia.
Ele recitou, e as palavras ficaram gravadas na sua mente. Recitava fluentemente as palavras que lhe foram citadas. Mas quando olhou para os lados e não viu ninguém, então começou o receio dentro dele, e questões como: Onde está o ser que lhe havia ensinado as palavras? E quem era ele? Foi uma surpresa, por isso ficou em pânico. (Note-se aqui que o medo do Profeta não foi pela revelação em si, e nem houve dúvida, mas seu receio deveu-se pelo fato da não identificação do anjo até então e por este haver sumido de súbito. Quem de nós seria hipócrita o suficiente em dizer que numa situação dessas também não sentiríamos medo?) Até aí só via e ouvia no sonho, mas agora foi uma resposta direta da sua procura da realidade, mas não viu ninguém ao seu lado e como era um homem de grande coragem e determinação ele ficou ali mesmo por algum tempo pensando que existia na caverna ou nos arredores alguma coisa escondida. Mas quando teve a certeza que não tinha ninguém começou a andar na área à volta da montanha recitando os versículos e perguntando a si próprio, quem seria esse que lhe ordenou a recitar aquelas palavras?
Subitamente, quando estava a andar, ouviu uma voz, a mesma que ele tinha ouvido na caverna, e chamá-lo do céu. Mohamad levantou a cabeça para o céu, e viu um anjo na forma humana. Cheio de medo, quis escapar e fugir, mas para os lados que ele olhava aparecia o mesmo anjo em frente dele. (...) Quando o anjo desapareceu, Mohamad regressou à sua casa, disse à sua esposa: Cibre-me com a manta. Envolvei-me na manta”, repetiu, e Khadija viu que o marido estava a tremer como se tivesse febres altas. Bem, a reação e o tremor de uma febre alta é muito diferente dos espasmos provocados por uma convulsão epilética. Uma pessoa numa situação de grande nervoso, medo ou estresse possui a mesma reação. Isso não é necessário ser médico para se saber.
Quando o Profeta contou para sua esposa o que havia ocorrido esta disse: “Ó esposo meu, não te preocupes, esteja satisfeito e firme. Por aquele em cuja mão está a vida Khadija, eu tenho fortes esperanças que tu serás o Profeta deste povo; eu juro por Deus, que Ele nunca te desprezará, porque na verdade tu sempre reúnes relações uterinas (parentescas), és sempre verdadeiro, tu carregas o fardo dos outros acima de ti próprio, tu tem a bela conduta que os outros não têm, tu honras os hóspedes, tu ajuda as pessoas quando elas estão em dificuldades, dás abrigo aos viajantes, alinhas e ajudas aos que estão em dificuldade, por causa da verdade e boa ação, deus não imporá Satã nem superstições acima de ti”.
Os Caner escrevem: "As dúvidas de Maomé são perturbadoras. Será que um autêntico profeta de Deus duvidaria da fonte de sua revelação? [...] Certamente nenhum dos genuínos profetas da Bíblia atribuiu a revelação de Deus aos demônios".
Será que não? Leiamos então 2Sm.24:1 na Bíblia que diz: “A ira de Deus se inflamou contra os israelitas e instigou Davi contra eles: Vá e faça o recenseamento de Israel e de Judá”. Agora leiamos 1Cr.21:1 que diz: “Satã se insurgiu contra Israel e induziu Davi a fazer o recenseamento de Israel”.
Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, "um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro [...]. Jesus, por sua vez, não ordenou as cruzadas assassinas" – declararam os Caner. "Maomé era desumano na batalha [...]. Porém, a única vida que Jesus Cristo entregou voluntariamente foi a Sua própria. Seu caráter demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo".
No mesmo livro Muahammad o Mensageiro de Deus encontramos: “O Alcorão considera ‘Fithah’ (sedição) um crime maior do o assassinato, por isso é direito de cada um que enfrenta isso, pegar em armas (pela causa de Deus) e pôr fim a isso, individual ou coletivamente. Aí os orientalistas levantam os grutos a dizerem que a religião islâmica chama as pessoas ‘a guerra’ jihad (que em árabe não significa guerra, mas esforço) e acham que isso é para forçar as pessoas a converterem-se ao islamismo. Chamam isso nonosso termo moderno de fanatismo, e logo apresentam o cristianismo sem comparação, dizendo que o cristianismo recusa a violência, condena a guerra e chama para a paz e tolerância e une os homens nos laços da irmandade em Deus e em Cristo. Quando eles dizem isso esquecem-se destes versículos do Novo Testamento, em Mt10:34: ‘Não cuideis que vim trazer a paz à terra, não vim trazer paz, mas a espada’. A guerra no Islam é permitida, não para forçar os outros a entraremno Islamismo, mas sim para defender a liberdade de expressão. Quando há homens que colocam obstáculos no caminho de Deus, ou são corruptos e querem contagiar com a sua corrupção (...)”.
Os Caner continuam:
Ele matava seus críticos por expressarem seu pensamento, ordenou o espancamento de uma mulher para obter informações e manteve relações sexuais com uma criança de nove anos. Além disso, era um general sanguinário e atacava caravanas apenas para conseguir dinheiro para a expansão de seu movimento. Ele chegou até a quebrar as regras de guerra, comandando um ataque durante um mês sagrado.
Veja minha explicação acima.
Maomé "raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação". Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: "..matai os idólatras onde quer que os encontreis" (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse "guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro..." (sura 5.33).
Idem. Veja o texto acima.
Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: "O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa" – afirmam os Caner. Enquanto a Bíblia ensina "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.
De fato não há um relacionamento pessoal com Deus, pois o mesmo não é homem. Mas há sim um relacionamento direto com Ele. E quanto ao conceito de amor, talvez o autor nunca tenha lido o Alcorão que começa em todos os seus capítulos ou Suratas com a expressão: “Em Nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso”. Ora, estou ainda para achar alguém que seja misericordioso e não possua amor.
Lutar até a morte
O Corão ensina seus seguidores a lutar até que o islamismo domine o mundo:
Novamente faço apelo a memória do leitor para que lembre o texto acima onde já falei a respeito deste tema.
"Que combatam pela causa de Deus (Alá) os que trocam esta vida terrena pela vida futura! Pois quem combater pela causa de Deus, quer sucumba quer vença, conceder-lhe-emos grandes recompensas" (sura 4.74).
"Os crentes combatem na senda de Deus (Alá); os descrentes combatem na senda do ídolo Tagut. Combatei, pois, os aliados do demônio. A astúcia do demônio é ineficaz" (sura 4.76).
"Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles" (sura 9.5)
"Combatei-os: Deus (Alá) os castigará por vossas mãos e os humilhará e vos dará a vitória sobre eles..." (sura 9.14).
"Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus nem no último dia e nem proíbem o que Deus (Alá) e seu Mensageiro proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo" (9.29).
"Mas o Mensageiro e os que creram lutaram com seus bens e sua vida. A abundância e a vitória lhes pertencerão" (sura 9.88).
"vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos de vós. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos" (sura 9.123).
"Quando, no campo da batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço. Depois, quando os tiverdes prostrado, apertai os grilhões. Depois, outorgai-lhes a liberdade ou exigi deles um resgate, até que a guerra descarregue seus fardos. Se Deus (Alá) quisesse, Ele mesmo os teria derrotado. Mas Ele assim determinou para vos provar uns pelos outros. E não deixará perder-se o mérito dos que morrem por sua causa" (sura 47.4).
"Deus ama os que combatem por Ele em fileiras semellhantes a uma parede bem construída" (sura 61.4).
"Foi Ele que enviou o Seu Mensageiro com a orientação e com a religião verídica para que a fizesse prevalecer sobre todas as outras religiões, ainda que isso desgoste os idólatras" (sura 61.9).
Bem, então ao se converter ao Cristianismo tais autores não devem ter lido tais excertos: “Nosso Deus é Deus de libertações, do senhor Iahweh são as portas da morte; sim, Deus abate a cabeça dos seis inimigos, o crânio cabeludo do criminoso que ronda”. (Sl. 28:21-22), e ainda: “Iahweh, Deus das vinganças, aparece, deus das vinganças!” Sl. 94:1. Ainda há muitos outros textos, mas não é minha intenção me alongar ainda mais.
Realmente, estão bem claras as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islã! Ou estariam bem claras as posições completamente preconceituosas de falsos cristãos contra o Islam que esquecem o mandamento deixado por Jesus de amar ao próximo e de não julgá-lo?

(Israel My Glory - Elwood McQuaid - http://www.beth-shalom.com.br/)

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