segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Adeus George W. Bush

Amanhã com a Graça de Deus o pior presidente da história dos Estados Unidos da América sai de sua cadeira presidencial, deixando para trás um histórico assinado por ele mesmo de incompetência, ódio e ambição desmedidas. Creio que próximo a ele, poderia ser colocado apenas grandes vultos históricos como Adolf Hitler, o 3º Reich, Ehud Olmert, 1º Ministro de Israel, o tipo de terrorista mais covarde que podemos ter notícia, uma vez que o próprio não tem coragem nem mesmo para pegar em uma arma e enfrentar seus oponentes, mas o faz trajado em seu colarinho branco dentro de sua sala ostensivamente protegida; e por fim Torquemada, grande inquisidor da idade média, responsável por levar milhares de pessoas à fogueira ou a tortura por pura acusação de bruxaria.
Fazemos votos ao Sr. Bush que o inferno o receba por seus próprios méritos, dentre os quais direta ou indiretamente: a morte de milhares de iraquianos por seus “heróicos” soldados americanos, pelo estupro de centenas de mulheres solteiras e virgens que aguardavam castas por seus futuros maridos, como encontramos na carta de Fátima como se encontra ao final deste texto. Pela falência de diversas empresas e pobreza de milhares de conterrâneos seus devido ao financiamento insano de uma guerra sem sentido, mas motivada por sua ganância por petróleo. Pelo auxílio ao seu amigo de quadrilha, o Sr. Ehud Olmert, assassino de crianças e civis indefesos em nome do “Poder Sionista”. Qualquer semelhança com o lema da Ku Klux Klam do “Poder Branco” não é mera coincidência.
Em seu tempo de governo Bush nada mais fez que ajudar a levar o seu país, a maior potência econômica do mundo à bancarrota, a despertar o ódio não somente dos americanos, mas de toda a humanidade em sua direção, mostrou ser inconveniente e mal preparado para qualquer função quando diante da crise a que levou seu país foi questionado a respeito, e ao invés de responder dando uma solução, o mesmo fala de seu assunto preferido: guerra.
Sr. George W. Bush, se cada cidadão do mundo que o odiasse fosse jogar um par de sapatos sobre ti, a humanidade andaria descalça.
Antes de ser presidente talvez tivesse sido de mais valia que o elemento em questão houvesse aprendido a ser homem, em todo sentido que essa palavra trás, em especial no que se refere ao caráter. Porém como a psicologia diz que os filhos se espelham nos pais, está aí a explicação de tão degradante situação: qual exemplo ele teve como pai? Outro belicista irracional.
Temos a esperança que agora com a entrada de Barak Obama, um filho de muçulmano o esmo coloque os ideais islâmicos em prática, pois mesmo que não professe a religião, certamente foi influenciado pelo mesmo ao viver em um lar islâmico.
Mas eis a ironia do destino, o Sr. Bush que tornou a imagem do muçulmano sinônimo de terrorismo, embora fosse ele próprio o terrorista, sai de seu posto e em seu lugar assume um homem negro e de família muçulmana.
Mediante tais fatos só podemos desejar ao Sr. George W. Bush em seu final decadente de carreira: Vá para o fogo do Inferno Bush, e já vai tarde! Assinado um irmão de todas as vítimas de estupro, morte e humilhações que você deixou em seu rastro fétido.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A Religião Como Agente da Esquizofrenia

O Protestantismo pentecostal e neopentescotal tem levado a um grande número de pessoas a casos de esquizofrenia cada vez mais graves. E a consequência é a aparição de diversos messias, milagreiros e “deuses encarnados” que com sua retórica leva junto de si para o precipício uma multidão de pessoas incautas. Assim ocorreu com o Pastor americano Jin Jones, responsável pela morte de uma infinidade de fiéis num suicídio coletivo.
No entanto atualmente “Jesus” também tem a sua vez na América do Sul. Resta-nos porém saber em que versão pode ser mais aceitável, pois temos o Dr. José Luiz de Jesus Miranda, líder do movimento Protestante Cresciendo em Gracia, que se auto-intitula Jesus Cristo Homem. E o mesmo alega não haver mais pecado no mundo e tudo ser lícito, pois Jesus, ou seja ele já está no meio de nós. Assim também temos a cômica figura de INRI Cristo, um brasileiro que atribui a si mesmo a encarnação de Cristo. Ora, é um pouco paradoxal termos dois Jesus Cristos em uma mesma época. Assim sendo devemos crer que ou um deles é uma farsa ou ambas o são. O que para nós que somos chamados à razão é o mais provável.
Bem. certa vez em um programa de auditório na TV o suposto Jesus Cristo brasileiro foi chamado para um debate com o suposto “Papa do Diabo”, e com um outro “guru” que previa placar futibolístico e a vida dos famosos e o tão já conhecido por nós Padre Quevedo. Creio que o objetivo do apresentador era neste dia exibir um programa com cunho mais humorístico. O mais incrível é que neste programa em determinado momento os quatro entraram em um “bate-boca” em que o próprio Cristo, ou melhor dizendo, INRI Cristo, se exaltava mais que o próprio pseudo-representante de Satã. Será essa uma atitude esperada de um ser que alcançou a paz plena? Cabe a você próprio fazer o julgamento.
Se partirmos pela lógica, crendo que Jesus voltará num corpo físico e hipotéticamente no Brasil, será que ele viria com a mesma roupa da época? Ou será que ele só utilizava aquela roupa porque era a vestimenta da época e do local. E não seria de nos estranhar hoje em dia que nesta Terra de Santa Cruz vestisse em pleno século XXI, um calça jeans e uma camisa, uma vez que não mostrava nenhum destaque em sua aparência relativa aos demais.
Se visitarmos um manicômio, veremos dezenas de Napoleões Bonapartes, Cleópatras e etc. Dessa forma cremos que isso não é um fenômeno espiritual, maisum quadro clínico de esquizofrenia.
Noutro programa de TV um Pastor dizia que um evangélico pentescotal que não faz barulho, está com defeito de fabricação. Ora, onde vemos na Bíblia Sagrada o exemplo de qualquer profeta que falasse com Deus através dos berros? O próprio Jesus (que a paz esteja com ele) disse para que ao orar, se entrasse no silêncio do seu quarto e ali o falasse em segredo. O profeta Moisés (que a paz esteja com ele) também ao estar perante a sarça ardente e curvou-se assumindo uma postura de submissão, e falava-o com toda humildade. Como podemos levantar a vós e gritar com autoridade a Deus se perante Ele não somos nada? Assim joga-se por água abaixo todo o ensinamento do Rabino de Nazaré.
Embora saiba bem que este fenômeno psiquiátrico que vem assolando cada vez mais pessoas não é generalizado, tenho que dar razão a Karl Marx, ainda que parcialmente quando dizia que “a religião é o ópio do povo”. Ora a religião é benéfica, ensina o comportamento moral ao ser humano, e tem o dever de desta maneira melhorar a sociedade com valores familiares, morais e espirituais. Todavia, quando parte para algo tão abominável como os fatos apresentados neste texto, devemos começar a pensar se a mesma não está servindo mais para degenerar o ser humano que para salvá-lo.
Alguns cristãos costumam dizer que o Islam tem uma visão muito dura com respeito a salvação, pois cremos que o único redentor do ser humano é o próprio Deus Soberano, e que só iremos sim ao paraízo por meio de nossas obras e devoção e consequentemente por nosso merecimento. Porém para eles há uma posição mais confortável, onde eu não preciso fazer nada, porque Jesus (que a paz esteja com ele), já fez tudo por mim. Ora se nada se consegue sem trabalho duro e disciplina, na vida espiritual também não é diferente. Por isso pensemos bem em que caminho estamos entrando, e não aceitemos que um grande Profeta como Jesus seja vendido em nossos dias por meras moedas de troca. Sejam estas físicas ou emocionais, subjugando-nos a um outro ser humano como nós.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Desmentindo o Livro: Como Evangelizar os Muçulmanos - Parte 1

É incrível a falta de despreparo e a arrogância com que o Sr. Elizeu Martins, autor do livreto intitulado "Como Evangelizar os Muçulmanos" manifesta em seus escritos. É ainda mais impressionante o crime cometido pelo mesmo, uma vez que nossa lei permite a liberdade de expressão, mas veta o anonimato. E neste não é mais que um pseudônimo seu, ato comum entre os covardes. Poderíamos dizer ser até contraditório com a humildade pregada pelo Profeta Jesus (que a paz esteja com ele), ao qual o mesmo diz seguir, mas que pelo seu texto manifesta estar indo na direção diametralmente oposta. Vejamos porque no excertos abaixo, os quais comentarei em letras coloridas e em itálico os absurdos e tolices escritas pelo mesmo, provando seu desconhecimento tanto de seus próprios Livros Sagrados, a saber: a Bíblia, como de nossa própria religião.
No primeiro capítulo de seu livreto, o mesmo diz:
"Eles são muito suscetíveis ao racismo e a atitudes paternalistas. Podem manifestar para com os cristãos (os ocidentais) muita desconfiança e hostilidade, que encorajam e reforçam a aversão ao evangelismo. As várias formas de pensamento no mundo muçulmano estão frequentemente em profundo contraste com o pensamento ocidental. sendo assim é muito importante estudar a cultura islâmica, a fim de que esses obstáculos sejam ultrapassados".
O mais interessante a esse respeito, é que o autor aconselha a se estudar a cultura islâmica, para não cometer erros. No entanto o próprio comete erros tolos e primários a respeito. E o pior, ainda propaga seus erros numa atitude de extrema irresponsabilidade.
Neste parágrafo o mesmo diz que os muçulmanos podem manifestar profunda desconfiança e hostilidade aos missionários cristãos. Será que isso não se deve a pérfida campanha marqueteira que fazem de seu próprio Messias, rebaixando as coisas mais banais, e principalmente porque certos "Missionários Cristãos" estupram nossas mulheres num ato de tremenda covardia e desumanidade, e ainda por esquecerem de praticar o que ensinam? Fato esse provado pelos artigos jornalísticos listados ao lado deste texto? Obviamente as idéias do mundo muçulmano estão e sempre estarão em contraste com o mundo ocidental, enquanto este quiser não fazer uma divulgação de sua religião, mas tentar impor suas idéias através de estratégias de marketing primárias, estupro, violência e assistencialismo barato. E sim, é necessário que se estude mais, pois os muçulmanos têm consciência de sua religião, e não seguem uma fé cega, diferente de tais cristãos.
No tópico Problema Psicológico o mesmo diz:
"A sociedade muçulmana exige uma conformidade enorme da parte dos cidadãos. A opinião do indivíduo conta pouco. O que a comunidade pensa é muito mais importante. (...) Por isto, o muçulmano não está habituado a tomar decisões pessoais, como aceitar o evangelho. Há um provérbio árabe que diz: "Num país em que ninguém te conhece podes fazer o que te apetece". É apenas fora de seu país que um muçulmano pode sentir-se livre das restrições de sua religião e sociedade. Mas mesmo longe de sua pátria, a influência psicológica da religião e da sociedade islâmica tendem a continuar a influenciar o muçulmano, que tem dificuldade em agir de forma independente e em aceitar a fé cristã".
Estranha conclusão chegada por nosso "escritor" pois em um sistema em que a mulher já tem direito ao divórcio e possui além disso os direitos que as mulheres ocidentais lutaram desde a década de 70 para conseguirem, e ainda continuam lutando, pois seus salários ainda não se igualam ao do homens, é motivo mais que suficiente como prova de uma opinião própria. Além do mais a arrogância do Sr. Elizeu já começa a se manifestar desse ponto, pois para ele só pensa, ou se torna um ser inteligente digno do título de racional se for cristão, e muito mais provavelmente de sua denominação, pois assim o mesmo poderá vender mais livros com suas idéias deturpadas e assim manipular a mente de um maior número de pessoas, sendo que ele próprio já a tem deturpada, e se não a tem é ainda pior, pois age de má fé. Em ambos os casos Jesus (que a paz esteja com ele) sempre repudiou tal tipo de atitude, pois um cego não pode guiar outro. E se tem conhecimento de tal distorção da verdade é como ele chamava os fariseus, ou seja: hipócrita.
O próprio ato de se criar uma resistência a suas idéias vazias já um ato nítido de manifestar sua individualidade e poder de escolha.
O cômico autor ainda continua: "A Cultura Islâmica e a língua árabe determinam a forma de pensamento. Sendo assim, cristãos e muçulmanos têm concepções diferentes sobre o pecado, a oração, a fé, o Filho de Deus. Quem quiser partilhar sua fé com um muçulmano deve procurar utilizar termos simples e defini-los de forma a assegurar que foram bem compreendidos.
Após mais um ato rude de tal postulante a escritor o mesmo diz que a língua árabe e a cultura islâmica formam o pensamento do muçulmano. Ora, a própria psicologia já diz isso, que a personalidade de um indivíduo se forma até os 7 anos de idade como produto do meio onde vive. Para isso não é necessário ser muçulmano. Uma criança que nasça numa família protestante, tenha uma educação ocidental, viva no subúrbio, terá obviamente um pensamento diferente de uma outra criança que nasça nas mesmas condições, porém num local mais requintado. Provavelmente ele ao escrever tal asneira, desconhecesse tal fato. mas uma indicação clara da falta de cultura e pesquisa do mesmo.
Não satisfeito ele diz que deve-se explicar claramente, definir bem as palavras para que um muçulmano entenda. Todavia, este senhor esquece que primeiro somos uma religião que se submete à própria lógica, e não foge dela, como este o faz. Segundo que uma religião que incita ao estudo, que grande número de seus membros possui todo seu livro sagrado de cabeça, letra por letra, e vírgula por vírgula, uma religião que possui renomados doutores e cientistas pelo mundo, não teria inteligência para compreender princípios tão pequenos? Se o mesmo aceita dogmas sem questioná-los e colocá-los sob o crivo minucioso da razão, acha que seríamos loucos de fazer o mesmo? Tolice.
Depois ele prossegue: "Quando alguém se propor a compartilhar a Cristo com um muçulmano, deve saber que estará entrando em um verdadeiro campo de batalha. O muçulmano é ensinado em sua religião a opor-se ao Cristianismo. Para o Islamismo, a cruz é uma pedra de tropeço. Nenhuma outra religião odeia a cruz como o Islamismo, e esta é uma razão pela qual o missionário cristão tem que se preparar não só intelectualmente, mas também espiritualmente, antes de partilhar Cristo com um muçulmano.
Bem, parece que o sr. Elizeu não se preparou nem de uma forma e nem de outra para escrever este livreto. Pois primeiramente que comete um grave pecado ao mentir. Dentro de meu conhecimento como muçulmano e como ex-clérigo, Deus abomina a mentira. E diz um dos Dez Mandamentos "Não levantarás falso testemunho". Será que o Sr. Elizeu sofreu de amnésia ao escrever este parágrafo, ou foi levado a escrever guiado por uma esquizofrenia muito comum entre os fanáticos religiosos? Não sei, talvez esta seja uma resposta para ser respondida por seu psiquiatra.
O mais estranho, é que para uma religião que odeie a cruz, segundo tal autor que fomenta ainda mais o preconceito e o ódio religioso, o livro mais sagrado para nós, o Alcorão, diz o seguinte: "Em verdade, encontrarás que os mais próximos aos crentes (muçulmanos), em afeição, são os que dizem: 'Somos Cristãos.' Isso,, porque há dentre eles clérigos e monges, e porque não se ensoberbecem." Surata Al Mai'dah. Ora, se tal propagador do erro como este que escreveu o referido livreto de nome "Como Evangelizar os Muçulmanos", se ensoberbece, e se faz coisas contrárias a este excerto, certamente não pode ser chamado de cristão, então com certeza não está próximo de nós como diz o Livro Sagrado.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Jesus: O Nome Mais Vulgarizado Atualmente

Leitor, você já deve ter percebido como embora seja o mais pregado, o mais imposto e o mais falado, o nome de Jesus (que a paz esteja com ele) também vem sendo o mais vulgarizado, e das formas mais originais e criativas possíveis? E o mais irônico de tudo isso é que a desculpa encontrada é sempre a mesma: evangelizar os que ainda não conhecem Jesus. É óbvio que essa é a desculpa aparente, por trás disso tem toda uma questão de monopólio das massas para engordar os bolsos de certos pastores imorais que são na verdade "verdadeiros lobos em pele de ovelhas".
Temos por exemplo o Guaraná Jesus. Já pensou na praia um vendedor com o isopor a tiracolo gritando: "Um Jesus por R$ 1,00 freguesa!". Seria cômico se não fosse trágico.
Há certo tempo atrás em uma rua próximo à minha casa, estava indo comprar pão, quando me deparei com uma das coisas que achei mais absurdas em termo religioso, pois não mostrava qualquer respeito ou reverência a pessoa de Jesus, nem como Profeta, e muito menos como Deus, já que o Cristianismo o vê dessa maneira. O fato é que no chão, na própria rua estava escrito: Jesus Cristo é o Senhor. Ora, nem mesmo nós como muçulmanos que o vemos como o Messias, um grande Profeta, o Mensageiro enviado por Deus, o Verbo de Deus, mas não como filho de Deus e menos ainda como Deus, seríamos capazes de escrever seu nome num local onde carros passam, pessoas pisam em cima, cavalos defecam, enfim... Onde está o respeito a Jesus? Só podemos chegar a conclusão que foi perdido, ou melhor, vendido para o mercado capitalista de hoje.
Bem, creio que todos já devam ter visto aquelas pichações nos muros pela cidade do Rio toda em que diz coisas do gênero: "Só Jesus expulsa o demônio das pessoas, Só Jesus expulsa o Tranca-Rua das pessoas, a Maria Padilha, o idólatra, o mentiroso... enfim e uma infinidade de outras palavras sempre se referindo a algo personificado, mesmo em se tratando de vícios". Pois muito bem, e quem expulsa o pichador das pessoas? Será que Jesus que expulsa até demônios não é capaz de banir o pichador dele? Contraditório não? Isso é o que faz o fanatismo.
Na verdade tais atitudes só vêm contribuindo para o crescimento de pessoas ainda mais fanáticas, inconscientes do real Cristianismo que engloba o amor, a caridade, o não julgamento e a misericórdia, e também para o vertiginoso crescimento dos grupos agnósticos e até mesmo ateus.
Certa vez conversava com um Pastor que me disse que o Paulo havia dito que o Culto deve ter Ordem e decência. Perguntei a ele como se poderia ter ordem em certas igrejas em que enquanto o pastor fala os fiéis gritam simultaneamente.
Se você leitor já assistiu o filme "Lutero", perceberá que estão fazendo o que fizeram na época dele. Porque ele não queria ser um opositor do catolicismo, mas reformar algumas coisas apenas. No entanto ao ensinar, alguns radicais levaram ao extremo de quebrar qualquer símbolo cristão, saquear igrejas católicas e etc. Tenho certeza que se Lutero estivesse vivo hoje, estaria em profunda depressão por tais atos.
Se isso ainda não bastasse em conversa com uma amiga evangélica, esta veio me dizer que o Protestantismo começou com esse mesmo Apóstolo Paulo. Disse a ela que não, que havia iniciado no século XVI com Martin Lutero. Ela disse que o seu líder religioso a ensinara assim, e que como há na Bíblia a palavra Pentecostes, e eles são pentecostais... é uma prova irrefutável de sua fundação naquele período. Veja a que ponto chegam tais oportunistas a ponto de mudar a história.
O que estranho muito, e não escondo isso é que muitas pregações são feitas as vezes em praças e esquinas e em quase todas as ocasiões em tom agressivo aos estilo de inquisidores. Não obstante, eu pergunto: onde entra a aplicação prática das passagens bíblicas encontradas em: Mt.6:5, Mt.7-5, Mt7:12, Mt.7:15, Mt.7:21-23? Eu mesmo enquanto clérigo, já passei certa vez pela seguinte experiência: Estava passando por uma rodoviária voltando de uma missa que havia realizado, e estava obviamente de batina. Um homem que pregava aos berros falava de acontecimentos que ocorriam na sociedade naquele período, dizendo não ser normal e fazendo previsões catastróficas sobre o fim do mundo. Quando eu passei diante do mesmo, este diz em alto em bom som que não era normal Padres pedófilos. Bem, o que posso dizer é que este assunto não estava em evidência na mídia na época. Simplesmente olhei para o mesmo e continuei o meu caminho. como eu diversas outras pessoas já me relataram coisas semelhantes.
O que leva uma pessoa a perder tanto tempo tentando destruir o caminho alheio e deixando até mesmo o seu de lado para tal? Creio que a única palavra seja "ego". Tanto que assim já dizia o Profeta Salomão: "Vaidade das vaidades, e tudo é vaidade".
Quando resolvi dar nome a este blog, ele foi escolhido inspirado mo momento atual, que parece uma repetição do "Período das Trevas" onde os Cristãos medievais declaravam "Morte aos Infiéis!".
Há sem dúvida igrejas evangélicas sérias hoje em dia tais como a própria Igreja Luterana, certas denominações batista e etc. Mas a maldita "Teologia Imediatista da Prosperidade" tem profanado as coisas sagradas, tem desfeito casamentos, tem feito com que as pessoas procurem a Deus não por Ele próprio, mas para que possam auferir alguma forma de lucro, conseguir um bom carro, uma boa casa. Ora, mas isso se consegue trabalhando. Tais igrejas condenam tanto religiões como Umbanda e Candomblé onde se vai para pedir coisas segundo as suas alegações. E o que estão fazendo? Não estão tentando adaptar a macumba como eles vulgarmente chamam, a um meio evangélico? Sinceramente leitor, não entendo como tais instituições que distribuem rosas vermelhas, sal grosso, arruda, banhos de descarrego e vendem a "chave para o céu" podem se auto-proclamar as detentoras da verdade. E se a Igreja Evangélica possui a verdade, quais delas então possui, uma vez que cada dia que passa se dividem mais e mais por conflitos doutrinários? Há uma brincadeira com o povo, não em nome de Deus, pois seus líderes já o esqueceram. No máximo quando falam, só se referem a Jesus. Tornaram-se como os uniatas, em que crêem que Jesus é o próprio Deus e que não há qualquer outro. Até mesmo o título de filho já foi abandonado, pois ele jáfoi promovido ao cargo de seu próprio Pai.
Diz a Bíblia que não se pode servir a Deus e as riquezas, porque ou se amará a um e se desprezará o outro. Bem, podemos ver que Deus tem sido abertamente desprezado. Antes se o foco era Deus e a ele se prestava um culto, hoje o foco é a população, e para ela se faz um Show. Até mesmo porque shows podem ser cobrados e não há nada de imoral nisso.
Meu querido leitor ou o Profeta Jesus foi um grande Mestre Espiritual enviado por Deus ou foi um homem de negócios experiente e um "executivo" bem sucedido de sua época, pois senão nada justificaria uma Bíblia focando apenas a vitória financeira. Ora a Bíblia não é sempre a mesma? Como podem então questionar por exemplo a autencidade do alcorão, uma vez que têm tantas versões Bíblicas, uma para cada gosto? Creio que estas são perguntas que talvez nem tão cedo teremos respostas. Mas creio que uma já tenhamos: A nova Babilônia certamente não está na Igreja Católica ou no Islam.