segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Um Dia da Caça, Outro do Caçador

Bem, já é sabido por todos nós o quanto ao se falar sobre o holocausto para um judeu o mesmo chora, se lamenta e com ar respeitoso se recorda de seus antepassados que sofreram nas mãos pérfidas de Hitler e dos seus soldados da S.S.. E ai de quem duvidar que houve o holocausto, de suas dimensões ou não se referir a ele com o devido respeito. É motivo de processo e de perseguições, assim como fizeram com o cardeal Richard Williamson.

Óbviamente não duvidamos que o mesmo haja existido, até mesmo porque é um fato histórico e documentado, e chegamos a conhecer pessoas que ainda viveeram naquela época. eu mesmo tento tido um vizinho alemão que hoje já falecido e que serviu no exército hitleriano, e pode me mostrar através de fotos tais acontecimentos absurdos e ultrajantes para a população judaica. Óbviamente não só este autor é contra atrocidades como esta como também todos os muçulmanos do mundo. No entanto aquele dito populas "um dia da caça, outro do caçador", nunca esteve tão evidente no mundo atual, e da mesma forma que os judeus sofreram, nos tem parecido que querem descontar suas frustrações sobre outros, e por isto são eles agora o causador de um holocausto tão nefasto e irracional quanto o que passaram. São eles que agora tentam a todo custo demonstrar sua superioridade diante de seus primos de oriegem (uma vez que ambos vieram da descendência de Abrãao, sendo o árabe por Ismael e o Judeu por Isaac).

Ficamos tentando entender como um povo conhecido por sua religiosidade pode ao mesmo tempo ser tão cruel e desrrespeitar um dos 10 mandamentos dados por seu "D'us" como escrevem. Não entendemos onde entra o já tão falado "Não matarás".
Até os dias de hoje celebram o período do holocausto com cerimônias funébres, minutos de silêncio e tudo mais. Porém deveremos celebrar juntos agora tal período? Ou devemos rejeitá-los assim colo fazem até hoje, mesmo que veladamente com os alemães.
Devido aos fatos expostos aqui neste artigo tomei uma decisão: toda vez que um judeu vier se lamentar comigo sobre o holocausto e chorar, comentarei sobre o holocausto de meu povo para ver se é solidário com a minha dor também. Se tratar de forma desdenhosa ou com desprezo tomarei a mesma atitude para com ele, de processos e tudo mais. Porque onde está a justiça quando se trata de um não judeu? Seria mais claro se proclamassem de uma vez a implantação do novo regime Nazisionita como chamo.
Se respeitam o holocausto dos muçulmanos palestinos terão respeito por seus mortos na Alemãnha. Se não nos respeitam... às favas com seus prantos.

Boicote a Israel - Nº 72

Está sendo lançada a nível mundial uma campanha para boicotar Israel, pois é de seu dinheiro que saem as armas para continuar na insana e covarde guerra contra a Palestina, e com isso matando civis inocentes e até mesmo crianças. Por este motivo é necessário que cada um lute com as armas que tem contra este maldito estado sinonista e o faça de forma prática. Para que isso seja levado a efeito, solicitamos a todos os que abominam tal atitude dos israelenses, que ao comprar qualquer produto olhem bem o código de barras e se esses tiverem o número 72, NÃO O COMPREM, pois isso significa que foram feitos em Israel, e obviamente o seu dinheiro vai para lá, financiar mísseis e bombas que acabarão com a vida de chefes de família e donas de casa, porque até agora raramente se ouviu falar que um militante do Hamas tenha sido pego. Prova de que o alvo destes covardes nada mais é do que a própria população palestina, pois o interesse maior é eliminar qualquer possibilidade de se criar um estado onde este povo possa ser independente.
Por mais contraditório que possa parecerm, podemos utilizar aqui o próprio tema da campanha do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que diz: "Sim, nós podemos!". Se somente o povo muçulmano deixar de comprar tais produtos, isso já será um grande prejuízo para Israel, uma vez que somos a maior religião do mundo e onde pelo ultimo senso que temos acesso 25% da população mundial também é muçulmana. Exerça seu direito de cidadão do mundo. Lute de mãos limpas, esta é a melhor forma de respondermos a autura sem precisarmos sujar nossas mãos com estes porcos.

Um Muçulmano Brinca Carnaval?

Esta sexta-feira passada que precedia ao Carnaval, fui surpreendido por um senhor interessado em árabe com a pergunta título deste artigo. No etnato devido ao desconhecimento do mundo ocidental, relativo às práticas islâmicas, resolvi fazer uma série em que colocarei de vez enquando neste blog, explicando a origem dos costumes do mundo cristão e o porque nós muçulmanos não o comemoramos. Aqui começaremos com o Carnaval.
Primeiramente o Carnaval é uma festa do mundo cristão com origem no mundo pagão; em especial nos bacanais de Baco ou Dionísio uma divindade pagã greco-romana, tida por este povo como o deus do vinho e das orgias. Também seu nome, quer dizer literalmente "Festa da Carne", porque os antigos cristãos neste período se empanturravam de carne para se absterem no período da quaresma, além disso se entregvam aos já tão conhecidos 7 pecados capitais cristãos, onde tudo era permitido, pois se tinham uma falsa idéia do conceito de liberdade.
Por esta ser uma festa de origem idólatra e promíscua onde os foliões dão vasão a licenciosidade, o muçulmano não a comemora. Aproveitando este período para aferrar-se ainda mais as suas práticas religiosas e aproximar-se ainda mais de Allah.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

A Fraternidade Interreligiosa

É um absurdo que em pleno século XXI, onde a tecnologia leva ao homem a gerar outro ser humano através de laboratório, a cloná-lo, a ir à Lua, a Marte e a fazer diversas outras façanhas, ele ainda não tenha aprendido o respeito mútuo, a tolerância e o valor da fraternidade. E isso se agrava ainda mais quando entramos no campo da religião, pois se subentende que a pessoa religiosa é aquela que reúne todas essas características, e assim deveria ser ainda mais quando tratamos de líderes deste âmbito. No entanto o que temos acompanhado é uma verdadeira disputa entre ideologias, e essa pelos motivos mais escusos, que nem de longe lembram a busca pela aproximação do Ser Supremo em comum a todas essas denominações.
O muçulmano, o judeu e o cristão não devem olhar um para o outro como rivais e inimigos, pois vêm de uma mesma raiz, tendo o primeiro como seu Patriarca por descendência direta (por assim dizer) Ismael, filho de Abraão, enquanto o segundo tem Isaac, também filho do mesmo pai, já o cristão assume esta segunda linhagem também, porém pela adoção, pois adota também Abraão como seu Patriarca e Profeta. Ora, se as três religiões têm uma origem em comum, uma base de crença em comum em sua essência que é a Profissão de fé em um Deus Único; por que então a guerra e a richa tão comum entre elas? Porque não seguir o que diz o cumprimento das três também em comum? Porque o judeu não pratica o seu Shalom, o muçulmano o seus Salam e o cristão "a paz do Senhor" ou "a paz de Cristo"? Com toda certeza isto não agrada nem aos Profetas que nos precederam, em especial: Moisés, Jesus e Muhammad, como também não é aprazível aos olhos do Eterno.
Muito se fala sobre a paz mundial, pensa-se em tratados, acordos e etc. Mas a grande verdade é que ela só será conseguida não pela concórdia entre líderes apenas, mas entre todos os seus fiéis. Para um grande passo basta apenas um pequeno gesto de cada um.

Só seremos autênticos muçulmanos, judeus ou cristãos se colocarmos em prática o que está escrito em nossos respectivos livros, sem no entanto tentarmos provar a nossa supremacia sobre os demais.
Não esperemos que Barack Obama, ou Bento XVI ou qualquer outro líder religioso dê algum jeito nesta calamidade sectária em que estamos vivendo. Comece por você mesmo.
Quando era clérigo certa vez estava em uma vam quando um grupo de candomblecistas fez sinal para a mesma. eu estava sentado no banco da frente ao lado do motorista vestido com minha batina, pois vinha de uma missa, nos bancos traseiros um grupo de evangélicos falavam a respeito de seu culto. Ao avistarem porém o outro grupo que também entraria naquele transporte um de seus representantes disse ao motorista que se eles subissem eles desceriam. Sem pensar duas vezes seu interlocutor disse: "Então por favor o senhor desça, pois vou parar para eles sim. Algum problema para o senhor Padre?" de minha parte respondi que não havia qualquer empecilho, e os outros desceram, e no ponto mais a frente os candomblecistas subiram e nos perguntaram se eles haviam desistido da viagem por causa deles.
na sexta-feira passada 20/02/2009 estava em um ônibus indo para a Mesquita fazer a nossa oração coletiva semanal, e estava trajado tipicamente como muçulmano, quando de repente ao descer um senhor de meio idade dirige-se para um ancião após olhar para mim e diz: "Esse povo já crucificou Jesus Cristo, não se pode esperar muita coisa deles". Bem, talvez este homem não tenha estudado história o suficiente, mas os muçulmanos nada têm haver com a crucificação de Jesus, até mesmo porque segundo cremos o mesmo nem seque passou pela cruz ou morreu, mas ascendeu diretamente para Deus, e voltará no dia do juízo final.
Mas o que quero dizer com isso é que o preconceito advém em grande parte da falta de conhecimento. No entanto urge que as pessoas se informem, procurem saber do que falam e não sejam guiados por líderes promíscuo que buscam seus interesses próprios em detrimento do coletivo.
Enfim, a paz mundial é possível, mas ela começa primeiro por você e eu.

De Cara Nova

O nosso Blog "A Nova Cruzada" está de cara nova!
Embora anteriormente utilizássemos o fundo preto como símbolo de luto pelos diversos atos ocorridos contra os muçulmanos, chegamos a conclusão que para você leitor quanto mais leve fique o site e mais facil para leitura, tanto melhor. Por isso, comente neste tópico, qual a cor você acha que expressa melhor o espírito de nosso site. Afinal de contas a Nova Cruzada foi feito para você que busca informação, conhecimento e está sempre se atualizando. Nada mais justo então que você opine sobre o blog no qual navegará.
Lembre-se também que suas sugestões são sempre muito bem-vindas em nosso blog, gostaria que você opinasse a respeito dos assuntos que gostaria de ver tratado aqui dentro do que nos propomos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O Dia de um Muçulmano (Na Visão Ocidental)

Como Somos Vistos

O Relógio desperta as 5:30 da manhã. Levanto da cama e minha esposa está ao meu lado ainda dormindo. Chamo-a para fazer a oração com um beijo no rosto. Como essa não atende acordo-a aos berros e dou um tapa em seu rosto e a ponho de pé agarrando-a pelos cabelos. Chamo-a e imediatamente ela está pronta para fazer a oração ainda chorando e com o rosto vermelho e minha mão ainda gravada em seu singelo rosto. Faço a oração, tomo o meu café da manhã e saio para mais um dia de trabalho.

Ao chegar em meu trabalho, uma empresa de comércio exterior aproveito para pensar em como conseguirei fazer um contrabando de armas para os países árabes onde lá terroristas receberão e com isso executarão o plano de todo muçulmano de dominar o mundo pelo terror e pelo medo.

Na hora do meu almoço saio para encontrar-me com minhas outras 3 esposas, com as quais terei uma hora de orgia. Saio do hotel e lembro que aniversário do meu filho, e que este está fazendo 8 anos. Garotão do papai, está virando um homenzinho. Me dirijo até uma Loja que vende armas de fogo e compro uma pistola. ao chegar no eu escritório a embrulho para presente para dar ao meu filho quando chegar em casa. Ao entregar não poderia faltar a frase: "Olha filhão isso aqui é pra você acabar com esses cristãos que implicarem com você na escola".

Minha empresa então fechará um grande contrato com um grupo israelense, aproveito a ocasião para amarrar umas bombas em torna de minha cintura e ir ao encontro deles. Mas antes disso não posso deixar de ir à Mesquita fazer minha oração e aproveito para pedir conselho a outros muçulmanos que estão lá e me dispeço de cada um, pois essa será a ultima vez que os vejo.

O Que Somos

Ficou indignado? Pois bem, esta é a mesma sensação que temos quando você e outros ou a mídia tentam passar as absurdas imagens que falamos acima, como se fossemos loucos e terroristas, como se o muçulmano não fosse igual ao judeu, ao cristão e etc. Como se nossa vida fosse baseada na violência. Porém esquecem de católicos e protestantes se matam a toda hora no Reino Unido. Esquecem que a guerra civil que temos hoje no Brasil embora não declarada é formada por não muçulmanos.

Não deixe que a Globo ou o seu pastor pense por você.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Desmascarando o Pr. Silas Malafaia

Quem se aventurar em desenterrar dos porões escuros e fétidos do Cristianismo onde apodrecem líderes e outras personalidades que tiveram alguma importância “santificada” na história desta religião, certamente que não dará conta na exumação de todos os cadáveres.
Reis e príncipes, padres, bispos, papas, santos, teólogos, insanos, corruptos, autoritários, torturadores, sanguinários, surrupiadores, carrascos… há uma infinidade de bestas que de alguma forma já deixaram suas marcas de terror na humanidade – em nome de Deus.
Mas se nos atentarmos para os tempos atuais, percebemos, infelizmente, que a fábrica de figuras sacrossantas continua fazendo a reposição de peças demoníacas. Há uma diversidade imensa de personalidades, cada uma delas com seus repertórios de classificação do mundo em termos do que é moral e imoral, verdade e mentira, bom e mau, divino e demoníaco.
É certo também que a economia mudou, e a religiosidade também caminha de acordo com os ditames do lucro e da produção do mundo concreto dos homens. No Ocidente, em grande parte, a imposição dogmática já não se faz mais pela ponta da espada e da lança, não é marcada pelo fogo, pelo apedrejamento, pela forca e outros rituais macabros criados pelo homem de Deus.
Entretanto, as mudanças políticas, econômicas e sociais não nos isentam, lamentavelmente, para dizer que nos dias atuais, a histeria religiosa seja menos menos perigosa que nos tempos passados. Retira-se o sangue de cena e emprega outros meios perversamente silenciosos, escamoteados, falaciosos e perfeitamente legitimados em nome daquilo que ainda parece ser algo que não deve ser criticado nem questionado: a religião.
Não vemos problemas em criticar e polemizar assuntos tais como política, moda, filosofia, ciência, economia, sociedade, práticas sociais e uma infinidade de questões que nos rodeiam. Essa mesma aceitação, não é de consenso, facilmente reconhecida quando pensamos em questionar as religiões. A religião e o que está sob o seu controle, carregam, ainda, a idéia de que é santo, sagrado, intocável, além do nosso entender. Algo que o homem não deve falar, mas respeitar enquanto legitimidade absoluta.
O mesmo parece se aplicar aos líderes religiosos que despontam em palanques com suas palavras que não fazem o estardalhaço de uma bomba nuclear, mas são tão ou mais perigosas e violentas quanto. Em silêncio, o trabalho desses líderes é a formação de legiões que possam ser manipuladas e controladas de acordo com os princípios retirados da Bíblia e modificados de acordo com as intenções materiais da alta cúpula.
Um desses nomes atende por pastor Silas Malafaia. Mais que uma celebridade entre os evangélicos, é um líder pronto a ser visto como mártir ou como herói de acordo com as necessidades; porta-voz de Jesus Cristo, Deus e o Espírito Santo, as palavras que saem da boca deste homem são prontamente aceitas como a verdade absoluta; receitadas pelos céus, elas servem para classificar o mundo, os homens e suas ações.
Sua autoridade cresce de acordo com o nível dos subalternos que aceitam passivamente as características autoritárias de um falastrão estridente cujas palavras sibilam no “coração” dos que buscam a imortalidade, a eternidade, a cura, a riqueza, a felicidade, um amuleto para a condição frágil e desesperadora da existência. Uma condição qualquer que dê sentido às suas vidas e seus limites humanos tão acostumados às regras, diretrizes e ditames elencados no magistrado da verdade.
Entre as inúmeras peripécias do arsenal imoral do pastor Silas Malafaia, altamente eficazes no que diz respeito ao aprisionamento e sepultamento de vidas no aqui-e-agora em detrimento de um futuro de ilusão onde não há direito à indenização caso as promessas não forem cumpridas, há fortes bases de (1) defesa do ultrajante criacionismo, (2) da crítica que se confunde com o ódio aos homossexuais, (3) da santificação do espermatozóide enquanto justificativa para não aceitação do aborto e uma (4) truculência sem limites aos cientistas e estudiosos que têm em vista os avanços nos estudos com as células troncos.
Tudo devidamente “justificado e legitimado” em nome da religiosidade; dos princípios de loucos, insanos e bárbaros que depositaram lendas, contos, mitos e leis sanguinárias num livro chamado Bíblia e regidos pela trindade composta pelo Pai, pelo Filho e pelo Espírito Santo – que compõem o único tribunal capaz de julgar tudo o que seja possível imaginar e, principalmente, ainda não imaginado, pelos homens.
Guardem o nome desse falastrão: pastor Silas Malafaia, apresentador do programa evangélico Vitória em Cristo. Seu principal inimigo na terra é alguém bem semelhante, embora com estampagem diferente, é produto da mesma fábrica virulenta da religiosidade mercadológica, bispo Edir Macedo. Há outros inimigos que estão na pauta deste coronel de Deus, os homossexuais, as prostitutas, os cientistas, os ateus, os católicos, os espíritas, muçulmanos… e todos aqueles que se opuserem às suas palavras ungidas por Deus.
O Eterno Retorno ainda irá trazer mais contos demoníacos sobre Silas Malafaia e outras bestas que aprisionam, cada vez mais, homens e mulheres vítimas das seduções adocicadas que brotam, há milênios, das fontes do ódio e do terror, sobretudo, do Cristianismo.

Artigo gentilmente cedido pelo Blog: Eterno Retorno ( http://www.eternoretorno.com/)