terça-feira, 28 de julho de 2009

Brasil: A Terra do Sexo

Consciência ou inconsequência? Eis a questão!
De acordo com o Governo Brasileiro, 406 milhões de preservativos masculinos foram distribuídos em um ano. E por isso como uma manifestação de um avanço na saúde pública os mesmos comemoram. Porém se ainda não bastasse o Ministério da Saúde diz que pode aumentar ainda mais esse número que é distribuido em postos de saúde e ONGs, pois conseguiram um valor 6% mais barato que o da ultima compra.
Motivo para comemorar ou se preocupar? O fato é que num país como o Brasil que já conhecido mundialmente como o "Paraíso do Turismo Sexual" ter um governo que incentive a distribuição de um número ainda maior de preservativos soa como um incentivo à promiscuidade e à prostituição.
Poderíamos chamar tal visão islâmica de retrógrada? De modo algum, já que se tais preservativos fossem usados para controle da natalidade com suas esposas não haveria qualquer problema de ordem moral ou social. Porém o que socialmente tem se tornado "comum" para nós são jovens tendo relações cada vez mais cedo. E ainda pior, engravidando cada vez mais cedo. Sendo responsáveis pela educação de uma criança. Educação que seus próprios pais tão novos não têm. Para tornar ainda mais grave tal calamidade demográfica, social e moral, a mídia incentiva em suas programações televisivas, pela internet, revistas e por uma série de outros meios a pornografia.
Para um jovem da atualidade é sinal de prestígio ter perdido a virgindade o mais cedo possível ou ter tirado a virgindade de alguma menina também em idade precoce.
Além da juventude a imagem apresentada do Brasil fora do país é um local sem lei onde o turista pode dar asas aos seus instintos sem arcar com qualquer responsabilidade.
é triste ver que os próprios brasileiros contribuem para essa imagem, como o autor de um livro lançado há alguns dias atrás chamado "Rio For Partiers" (Rio Para Festeiros) em que ensinava a turistas como conquitar as mulheres cariocas, e as classificava de diversos modos pejorativos e preconceituosos como veremos. Eis as classificações:

"Britney Spears": Patricinha, linda e filinha de papai, normalmente são metidas. Esqueça elas.

Hippie/Raver: São mais divertidas, fáceis de se chegar, boas de papo, difícil de beijar, fácil de beber e se divertir com elas.

30+: Gostam de se divertir, dançar, beber e beijar. Trate ela como uma dama e elas o tratarão como um rei, talvez não esta noite, mas amanhã com certeza.

Popozudas: Malham, vestem calças apertadas que entram no bumbum, pintam o cabelo de louro e fazem de tudo para ficarem lindas. Tem b... grande e são máquinas de sexo. São um bom investimento.

Depois de ler estas classificações eu te pergunto: É esse tipo de sociedade que queremos e defendemos para ter como sinônimo de liberdade? Será que poderíamos e seria justo esteriotiparmos as mulheres dessa forma? E você mulher, gostaria de ser tratada como um produto tal como o que é apresentado neste guia? Gostaria de ver sua esposa ou filha dentro de uma dessas classificações? Pois manifeste seu pensamento!

Como cidadãos que somos temos o pleno direito de repudiar a vulgaridade, a banalidade e a superficialidade em que estamos sendo obrigados a viver e que nos tem sido impostas.

Manifeste sua vontade de mudança nas urnas, busque mais conhecimento geral, busque politizar-se mais, só assim poderemos combater de forma pacífica mas não menos eficaz tanta podridão e desvirtuamento como o que estamos presenciando. Afinal, é esta educação e cultura que você espera que seus filhos e netos tenham acesso? Pense bem.

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