domingo, 31 de janeiro de 2010

Mufti da Arábia Saudita Condena o Terrorismo em Nome do Islam

O Mufti da Arábia Saudita, Abdul Aziz Bin Abdullah al-Sheikh, lembrou aos muçulmanos que o terrorismo não é apoiado pelo Islam e qualificou de "maldosas" as missões suicidas cometidas em nome da religião. A mensagem do Sheikh fez parte do sermão antes das orações das 12h, no segundo dia dos rituais anuais de peregrinação a Makkah ("Hajj"), com a participação de cerca de 2,5 milhões de pessoas este ano, segundo as autoridades sauditas. O mufti pronunciou seu sermão na mesquita de Namira, aos pés do Monte Arafat, o lugar onde o Profeta Muhammad (S.A.A.S.) pronunciou seu último sermão e que fica a 20 quilômetros ao sudeste de Makkah. "O terrorismo é um problema internacional (...). O dever do muçulmano é se opor a isso", afirmou o Sheikh em uma das sacadas da mesquita, cuja esplanada ocupa uma área de 110 mil metros quadrados e pode receber cerca de 300 mil fiéis. O mufti saudita disse que os responsáveis por cometer estas maldades em nome do Islam "não recebem o apoio de Allah nem do Islam", e alertou os que promovem a destruição "em nome do sectarismo". Em seu sermão, o mufti criticou também a "magia negra" e os bruxos que dizem seguir princípios islâmicos. Também lamentou, em seu discurso, que alguns países muçulmanos questionem a legitimidade de que as mulheres usem véu. O sermão do mufti foi o momento-cheve nos dias mais importantes da peregrinação de Makkah, que, em diversos períodos, é feita em um corredor que liga a cidade e o Monte Arafat.

Fonte: Reportagem retirada na íntegra do jornal islâmico "A Alvorada" publicado pela CDIAL

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Face Obscura dos Heróis Brasileiros no Haiti

Muito diferente do que a tendenciosa mídia tem mostrado, os soldados da Força de Segurança da ONU no Haiti liderada pelo exército brasileiro, não são heróis como parecem, pois há alguns poucos anos, segundo a BBC Brasil, em uma matéria datada de 05 de setembro de 2006, foi descoberto segundo pesquisa que tais soldados não são tão amistosos como querem fazer parecer, pois de cada cinco homicídios cometidos na capital do País - Porto Príncipe -, um foi cometido por militares brasileiros. A pesquisa revela ainda que em 2 anos, 32.000 mulheres foram estupradas, e de quatro destes, um foi perpetrado pelos supostos heróis que hoje aparecem como verdadeiros salvadores da pátria e bons moços.

Não quremos dizer com isso que somos insensíveis à morte dos militares que serviram ao Brasil e morreram em serviço. Não generalizamos. Porém esta matéria tem o intuito de mostrar que o povo haitiano não foi vítima apenas deste fatídico terremoto, e nem da miséria que assola seu país a tantos anos, mas também se tornou oprimido por aqueles que tinham por dever protegê-lo, e como diz o próprio nome "Força de Paz", levar a paz a quem já é tão atordoado pela dor, a fome e a pobreza.

Hoje homens e mulheres estão sob os escombros de alvenaria, e corpos se decompõem nas ruas exalando um odor putrefato. Ontem, diversas mulhres se escondiam sob os escombros da vergonha e do anonimato, tentando tirar a todo custo o cheiro da podridão que seus agressores deixaram entranhado nelas. De fato, o Haiti precisa de heróis. Onde estão eles?

De nossa parte, nós do A Nova Cruzada, nos solidarizamos com todos os haitianos que estarão presentes em nossas suplicas a Allah diariamente.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O Presente Que se Anuncia

Vivemos hoje uma época em que muito se assemelha a do profeta - e, talvez um pouco pior -: guerras intermináveis, atrocidades de toda ordem, carência de lideranças idóneas, estadistas desacreditados, poder paralelo em franca ascensão (narcotráfico, narcoEstado, pirataria e afins ), a família desnuclearizada, e, pasmem, a própria vida do planeta e seus habitantes em risco !
Vivemos ainda uma carência de amor pelo conhecimento (informação não é conhecimento!), pelas ciências, pelo estudo, e óbvio, a inexistência de amor à religião.
Perdemos todo sentimento de orientação e é comum ouvirmos nos meios de comunicação que que "todo mundo tem seu preço", ou seja, uma clara e inequívoca manifestação de que todos fomos convertidos à corrupção, à ganância e ao caminho do inferno.
Entretanto caros leitores, no meu humilde entendimento, penso que reside aqui neste meio caminho do inferno um raio de esperança. A esperança desperta quando a mídia se mostra preocupada com o crescimento do Islã em escala mundial (1). A esperança escancara as portas quando veladamente ela, a mídia, diz que em breve nós muçulmanos seremos maioria no planeta.. Para desespero dos idólatras, politeístas, consumistas, materialistas, alcoólatras, viciados, enfermos da alma em geral, se tornou claro e evidente que hoje as comunidades islâmicas do mundo inteiro não perderam o contato de suas orientações com o Divino. Ao contrário das demais orientações religiosas, o lslã se encontra original, puro, imaculado no registro completo da vida e das Tradições do Profeta (que a paz de Deus esteja com ele) e da vida de seus Companheiros, chave de todo o conhecimento do Islã.
Irmãos muçulmanos reside aqui a grata tarefa que o Destino e o Islã nos reservaram, ou seja, dar a mensagem de fé e vida à humanidade desorientada. E é claro, esta é a mesmíssima mensagem que nos foi transmitida há mais de 1400 anos: uma mensagem simples, objetiva, reta; o maior prêmio que jamais qualquer um pensou em dar e/ou receber. Essa mesma mensagem que serviu tanto ao beduíno Khalid como ao rico Othman :
"Fé num Deus único, orações cinco vezes ao dia, jejum no mês do Ramadã, pagamento do Zakat, e a peregrinação à Meca para aqueles que tiverem condições de fazê-lo". Nos foi enviada por Deus para libertar aqueles que Lhe agradam do jugo de Seus escravos para a soberania D'Ele; e das limitações deste mundo para a amplidão ilimitada da outra vida; e da opressão das outras religiões para a equidade do Islã.
Irmãos muçulmanos, a tarefa que nos aguarda, que nos foi colocada nestes tempos de infortúnio e escárnio é a da LIDERANÇA. A liderança não é uma tarefa simples nem fácil. Ela nos exige uma fé imensa, determinação, trabalho (muito trabalho!), dedicação, sacrfícios... A liderança nos cobrará principalmente o protótipo, o exemplo do justo, do certo do reto, do magnânimo, não como virtudes, mas como o mínimo, o básico, o elixir da condição humana que se pauta na palavra e no exemplo divinos.
Cabe aos muçulmanos destes tempos recuperar a auto-estima e propiciar uma base intelectual (política, social, religiosa, cultural, e até econômica) para fazer "re"nascer um povo auto confiante, confiável, autônomo e alheio e independente do ocidente consumista, materialista, individualista... E sejamos sensatos, não há prática quer religiosa, quer social, sem uma teoria prévia.
Cabe então às liderança muçulmanas formar e preparar um povo capaz de ALCORANIZAR e não "evangelizar", como querem alguns, o tempo que se anuncia... Não podemos mais nos curvar ao paganismo e ao materialismo ocidental e suas artimanhas seculares que seduziram o mundo. O Destino já traçou o caminho e o tapete está estendido. Faltam apenas o caminhar macio, eterno, reto mas firme, objetivo e lúcido.

1.http://www.youtube.com/watch?v=JWErYjdbOE0&feature=player_embedded .

Judeus Justos


Neste dia 1º de janeiro, tive uma grata surpresa quando estava pesquisando material para o meu livro, que brevemente será lançado. Durante esta pesquisa supreendi-me, pois embora soubesse que havia sim judeus que não apoiavam o sionismo terrorista promovido pelo Estado de Israel, desconhecia qualquer organização judaica que fizesse isso formalmente. Foi quando hoje descobri navegando pela internet a Neturei Karta International, uma organização de judeus ortodoxos que repudiam, tanto quanto nós muçulmanos, ao Sionismo. Notem, por exemplo, que na foto todos estão com xales palestinos e têm pendurado a bandeira israelense sobreposta com o sinal de proibido, como um sinal claro de apoio à causa palestina.

Longe de parecer uma contradição e uma traição à sua própria tradição, se os próprios judeus reconhecem o erro de tudo isso que está acontecendo, não é demais investigarmos em busca da verdade. E se o fizermos veremos que nada há de mais paradoxal que as atitudes arbitrárias tomadas por Israel. Por este motivo o jornal americano "The New York Times" apresentou em suas páginas no dia 30 de setembro de 1997 uma reportagem onde judeus ortodoxos diziam: "O Estado Sionista ou qualquer outra organização sionista, ou uma que se auto-denomina "Conselho Ortodoxo Mundial" e qualquer indivíduo envolvido neste tema não representa os Judeus fiéis à Torah". Diz ainda: "O sionismo é uma heresia, e os verdadeiros Judeus não são contaminados pelo Sionismo. Judeus verdadeiros não se envolvem com as atividades sionistas. De acordo com a Torah, não nos é permitido insultar, humilhar ou dominar outro povo".


  • Toda terra deve ser devolvida à nação palestina, e outras terras ocupadas devem ser devolvidas à Síria e ao Líbano.

  • Políticos sionistas e seus companheiros de viagem, mesmo se aparentarem religiosidade, não falam pelo povo judeu. De fato, a conspiração Sionista contra a tradição e lei judaicas tornam o Sionismo e todos os seus efeitos e entidades os arqui-inimigos do povo judeu!
O que mais nos chama a atenção nesta matéria é que esta foi escrita por judeus e corroborada por um Rabino de nome Schwartz como poderá ser visto em: http://radioislam.org/islam/portugues/textes/nytimes.htm . A Organização judaica por sua vez está em: http://www.nkusa.org/ .
Esperamos que com o auxílio de nossos primos (judeus) não sionistas, possamos conscientizar à população mundial sobre a covardia que Israel tem feito apenas por poder político e ambição.