quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A Política do Morde e Assopra de Obama

O apoio de Barack Obama à construção de uma mesquita e um centro cultural islâmico próximo ao marco zero onde até 2001 se encontravam as torres gêmeas do World Trade Center tem causado polêmicas na terra do Tio Sam, e a especulação sobre a religião do presidente norte-americano. Alguns inclusive cogitam a possibilidade de Barack Hussein Obama ser muçulmano. Bem, podemos dizer que seu pai de fato o é, porém uma visão geral sobre as atitudes de Obama tornam clara a resposta a esta polêmica.
Um muçulmano jamais deverá negar a sua condição de muçulmano e seguidor do Islam, a não ser em caso de perseguição e morte declarada devido à sua opção religiosa. Certamente este não era o caso do presidente.
Um muçulmano jamais deverá oprimir um povo, independente de sua crença, quanto mais aos seus irmãos muçulmanos, e foi exatamente o que o presidente Obama fez enviando 30.000 soldados para a guerra no Iraque e Afeganistão, quando na verdade estava em suas mãos dar um basta.
Agora no entanto apenas pelo apoio a um local que levará uma grande contribuição religiosa e cultural à Nova York será confundido com muçulmano? Este é um grande elogio a um estrategista político que utiliza deste subterfúgio apenas para voltar a sua popularidade inicial já tão perdida pela série de erros em seu governo, que tem estado tão parecido com o do seu antecessor George W. Bush.
Sua estratégia de discursar na Universidade do Egito no início de seu mandato, e agora apoiar a construção de uma mesquita e um centro cultural islâmico não são necessários para fazer de Obama um muçulmano. E se insha'Allah (se Deus quiser) ele vier a se tornar um, seguindo o belo exemplo de seu pai, o qual ele renunciou, será necessário muito mais como presidente, pois o muçulmano tem o compromisso com a verdade e com a paz.
O dia em que um presidente norte-americano for muçulmano os E.U.A. deixará de ser o país que conhecemos. Certamente continuarão os avanços tecnológicos e toda a sua modernidade, porém certamente terá fim a hipocrisia e o parasitismo no qual vive em seu regime atual.
Gostaria que após assitir o vídeo abaixo, com o relato de um veterano de guerra do exército americano, você refletisse se estas seriam atitudes coerentes de um governo de alguém que seja muçulmano. Como um muçulmano ordenaria a opressão de seus irmãos? Pense. Não seja manipulado pela infecta e putrefacta mídia tendenciosa e sionista a que somos obrigados a assistir todos os dias.


Após assistirmos o vídeo fica claro que o apoio à mesquita de Nova York nada tem haver com sua "religiosidade", mas apenas com a sua estratégia política do morde e assopra tão comum aos presidentes norte-americanos que tentam aparecer a todo custo como defensores da paz, da moral e dos bosns costumes, mas na realidade não passam de fomentadores da guerra, e parasitas das nações por eles oprimidas.

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