quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O Caos na Política Internacional

Tunísia, Egito, Bahrein, Iêmen e Líbia. O que esses países têm em comum? Todos eles são ou eram governados por ditadores que viviam / vivem vidas de extremo luxo e conforto em detrimento do bem estar de seu povo. Tais como parasitas estes homens exploram a população de seu país a rebaixando à condições cada vez mais aviltantes. Porém para aqueles que pensam que esta é uma particularidade apenas do Oriente engana-se. Na Grécia, berço a civilização ocidental, 30 mil pessoas foram às ruas da capital grega protestar contra as medidas de austeridade implementadas pelo governo.
E já que começamos a falar do Ocidente, será que os países ocidentais podem servir de modelo para os do Oriente Médio? Claro que não. Pois a única diferença entre eles é que os ocidentais vivem em uma ditadura hipócrita e velada. Para ilustrar podemos dar exemplos como o próprio Brasil, onde fazemos parte de uma falsa democracia, pois, onde está a democracia quando somos obrigados a votar e a nos alistar nas forças armadas? E o mais irônico é que um jovem de 16 anos não tem responsabilidade penal, também não pode dirigir, mas é tido como competente para escolher os governantes de seu país, estado e cidade.
Outro exemplo clássico é a França, tido como o seio da democracia mundial, que é supostamente governada sob o histórico lema: "Liberdade, Igualdade e Fraternidade". No entanto uma freira pode entrar em suas repartições públicas usando seu véu característico; um judeu pode utilizar orgulhosamente seu Kipá dentro de tais instituições, mas uma muçulmana não pode entrar com seu hijab (véu islâmico) nem um muçulmano com sua takia (espécie de toca característica dos homens muçulmanos, que deu inclusive origem ao Kipá). E estamos falando de democracia?
Se tudo isso ainda não bastasse, somos obrigados a ouvir declarações hipócritas como a do presidente americano Barack Obama sobre as manifestações na Líbia: "O derramamento de sangue e o sofrimento na Líbia são ultrajantes e inaceitáveis, violam as regras internacionais, a decência e devem parar". Sim, foi ele mesmo, Barack Obama que disse esta frase. O Nobel da Paz que enviou 30 mil soldados para a guerra no Iraque e Afeganistão após ter recebido o prêmio. Ele que encobre os crimes de militares americanos que têm matado iraquianos e afegãos por esporte como já denunciamos neste blog tantas vezes.
Theodor Herzl, fundador do Sionismo
Mas... e a democracia? Caro leitor e amigo, a democracia não existe, e é tão utópica como é o comunismo, como é a divisa da bandeira nacional brasileira de "Ordem e Progresso" ou o lema francês "Liberdade, Igualdade e Fraternidade".
Esta opressão generalizada de cunho sionista só acabará quando a humanidade tomar consciência da força que tem.
É interessante lembrar que quando me refiro ao Sionismo, não estou fazendo de forma alguma uma campanha anti-judaica. Ao contrário do que a mídia tendenciosa tenta passar, nós muçulmanos não temos em absoluto nada contra verdadeiros judeus e o Judaísmo, mas tudo contra o Sionismo, um movimento opressor e terrorista que foi criado por Theodor Herzl e adotado pelo governo de Israel desde que invadiu a Palestina, e desde então tal como célula cancerosa se espalha por todo o mundo. Judaísmo e Sionismo são coisas opostas". E isso não foi afirmado por nenhum muçulmano como se pode pensar, mas por grandes rabinos judeus, como pode ser visto na página de vídeos deste blog  sob o título "Sionismo".
Até quando povo você se permitirá ser manipulado por aqueles que só buscam a sua desgraça? Acorde, una-se, liberte-se, este é o único caminho para uma vida digna.

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