quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A Efetividade da Espiritualidade Cristã e o Islam

Muçulmano em oração
Os muçulmanos não têm um relacionamento pessoal com Deus! Essa tem sido uma frase ouvida e lida por muitos de nós em diversos meios evangélicos, tais como: livros, revistas, DVDs e etc. Mas será que isso uma verdade? E se fosse, o que aqueles que repetem tal frase têm a oferecer de melhor? 
Uma pesquisa realizada pelo instituto cristão Barna, na Califórnia, concluiu que apenas 26% dos cristãos evangélicos entrevistados creem que a fé mudou sua vida.
Whitiman Toland, fundador da Igreja C3 em Greensnoro, Carolina do Norte - USA. diz: Se as igrejas querem ver as pessoas se relacionarem melhor com Deus, devem se preocupar menos com o templo e sua programação e mais com o que é ensinado durante o culto." Toland continua: "Muitas igrejas hoje em dia sabem como atrair as pessoas, mas a sua mensagem é fraca. Muitas vezes os pastores tentam fazer as pessoas ligarem-se intelectualmente com Deus. Mas o que você tem de fazer é procurar a vontade de Deus e confiar nele. Eu acho que esse problema realmente tem haver com as igrejas, se estamos ou não tentando fazer o que Deus nos pede para fazer."
David Kinnaman, presidente do Instituto Barna mediante o resultado da pesquisa afirmou: "Milhões de pessoas entram e saem de nossas igrejas sem ter uma experiência significativa."
Tais fatos nos remete ao excerto do Pastor Presbiteriano Português, Manuel Pedro Silva Cardoso, encontrado em meu livro A Chave dos Dogmas em cuja citação ele diz: 

"Os cristãos devem também estar atentos a valores veiculados pelo Islamismo. Num mundo em que as igrejas estão vazias e a fé cristã está quase ausente da vida quotidiana, é um desafio para o Ocidente verificar o interesse que os povos islâmicos dedicam à sua religião. Vemos, indubitavelmente, exageros lamentáveis entre muitos povos muçulmanos, mas temos de nos perguntar se a alternativa melhor é este desânimo e desencanto dos povos que se identificaram tradicionalmente com o Cristianismo. Por outro lado, não é difícil compreender que os povos islâmicos nos vejam como o mundo do mal, se pensarmos na degradação de costumes que entre nós reina. A corrupção política e econômica alastra-se, a família está em derrocada, as drogas são responsáveis por 70% da criminalidade, o sexo tornou-se um tema banal e conspurcado. A Europa, os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália, a América Latina, honram-se de sua matriz cristã, mas cada vez é menor a influência da mensagem de Cristo nesses lugares. A oposição firme do Islamismo ao consumo de bebidas alcoólicas (que os estudiosos do Islam estendem a qualquer dependência) é mais um valor que o "Ocidente Cristão" deve ter presente para se não mostrar tão arrogante no seu progressismo.
Outro valor intrínseco do Islamismo é a simplicidade. Não tem sacerdotes nem tem um culto faustoso. Nesse aspecto parece bastante com o Protestantismo (aliás já é antiga essa comparação do Islamismo com o Protestantismo, especialmente o Calvinismo). Essa simplicidade inclui, no Alcorão, uma rejeição vigorosa da idolatria, de que o Cristianismo adulterado das igrejas não está eficazmente liberto, se entendermos ídolo, como fez Garaudy, como tudo que reduzi o infinito ao finito. Nesta perspectiva, o Islamismo é uma interpelação às igrejas - incluindo as novas igrejas, dos tele-evangelistas e outros que propagam a prosperidade e o sucesso, o dízimo e outras formas de tornar mais difícil a vida dos povos."

E então...? Pense. O que você pode nos oferecer de melhor?

Fontes de pesquisa: http://www.cpadnews.com.br/redacao.php?s=12&i=12004 e livro: "A Chave dos Dogmas" de Omar Israfil Dawud Bin Ibrahim

3 comentários:

  1. Muito bom, Omar! Que Allah continue iluminando sua mente para a divulgação da verdade, mesmo que os cegos não queiram enxergar.

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  2. Ao assimilarem a armadilha do sistema que divinou a figura do Mensageiro Issa (Jesus), as doutrinas cristãs criaram um salvo-conduto aos seus fiéis para que não se esforçassem para seguir a sunnah de seu profeta (as), assim lançaram por terra todo o esforço de Issa para servir de exemplo e portador da Mensagem de Allah, usando sua suposta morte como libertação sem compromisso ou esforço

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  3. Insha'Allah (Se Deus quiser) Ana Paula. Amin (amém).
    Ma Salam

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